Seguros e pandemia: a vez das PMEs

As pequenas e médias empresas do Brasil geram mais de 90% dos empregos formais e representam 30% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Sebrae. Com essa força em mãos, trata-se de um mercado promissor também para os profissionais corretores.

Com a pandemia, a percepção dos riscos e imprevistos e da vulnerabilidade da vida, a atenção ao cuidado e à segurança estão redobrados. A Covid-19 despertou o interesse de proteção em todos e o micro e pequeno empreendedor quer resguardar a si e a seus colaboradores, pois entende a importância deles nesta engrenagem do negócio em sua vida, quase que como uma família.

É nesse cenário de oportunidades que o corretor pode colher bons frutos de seu trabalho. Para 2021, a comercialização de apólices PME segue crescente, mesmo em meio às incertezas causadas pela pandemia. Ou melhor, com todas as incertezas da pandemia. Se há um grande potencial para o seguro de vida no Brasil, o cenário de juros baixos deve gerar uma nova onda de empreendedorismo e alavancar o mercado de PME.

O Seguro de Vida Empresarial é mais que um benefício nos dias atuais. É um selo de qualidade de vida para o funcionário e de zelo e cuidado para o empregador. Ambos saem ganhando. E mais: uma apólice desse tipo é, hoje, uma forma de retenção de talentos, um diferencial seletivo para muitos empregados.

Esse tipo de seguro pode trazer coberturas e assistências fundamentais à rotina do próprio negócio e podem ser aplicadas com eficiência às empresas menores, sobretudo se o especialista conhecer a fundo as necessidades do seu cliente – como nós costumamos fazer aqui na CAPEMISA. Antes era foco das áreas de Serviços e Varejo, mas a procura se amplia, podendo chegar a outras, como as pequenas indústrias espalhadas pelo Brasil ou profissionais liberais que trabalham como Microempreendedor Individual (MEI), além dos próprios corretores de seguros, empreendedores tão envolvidos nesse contexto e que tanto atuam para disseminar essa cultura. Todos estão sujeitos ao vírus invisível. É preciso proteção, prevenção, previdência.

Ao corretor, estudar e conhecer para atuar como consultor. As ferramentas e treinamentos estão aí e – do lado de cá – nós preservamos esse relacionamento próximo e investimos para oferecer treinamentos diferenciados e uma estrutura tecnológica de vendas que otimize sua rotina.

Há cobertura para pandemia e epidemia, produtos customizados, facilidades para encampação de apólices e várias possibilidades de capital segurado, mas o corretor também precisa entender como faz sentido acompanhar a jornada do consumidor e criar outros pontos de contato; como deve ser seu discurso de sensibilização. Seu papel é desmistificar questões que ainda rondam a mente do cliente como custos e necessidade. Em tempos de Covid-19, a necessidade está estampada por todos os lados: cuidar da rede de colaboradores que fazem o negócio funcionar.

Os seguros de vida cresceram 11,7%, até setembro de 2020. Movimentou mais de R$ 14 bilhões. Um mercado promissor para os corretores que, neste momento, são profissionais que trazem um alento em tempos de incertezas. Cabe a eles fazerem o futuro menos incerto para as milhões de pessoas nas PMEs deste Brasil. O futuro e o trabalho se tornam menos incertos quando há precaução.

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